Esta newsletter foi criada para quem busca estar à frente em um mundo em constante evolução. Aqui, você encontrará insights valiosos sobre liderança, gestão moderna, pensamento sistêmico e desenvolvimento de produtos digitais, além de reflexões sobre o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Seja você uma liderança, profissional de tecnologia, empreendedora ou entusiasta do aprendizado contínuo, este espaço oferece conteúdos práticos, inspiradores e alinhados às demandas do século XXI. Junte-se a uma comunidade de pessoas que, assim como você, estão sempre em busca de crescimento e transformação. 🚀
Nos últimos dias, revisitei o livro Power: Why Some People Have it and Others Don't, do Jeffrey Pfeffer, e me peguei refletindo sobre como as dinâmicas de poder continuam sendo uma força invisível – mas decisiva – dentro das organizações. Muito além das boas práticas de liderança ou da meritocracia, o livro nos faz entender que a ascensão e o poder passam por outros mecanismos, muitas vezes desconfortáveis de se admitir. O poder não segue as regrasAo contrário do que muitos acreditam, performance e sucesso não caminham lado a lado nas organizações. Pfeffer mostra que não há uma relação direta entre entregar resultados e conquistar posições de poder. No mundo real, quem sabe jogar o jogo do poder – entendendo dinâmicas sociais, influência e alianças – tende a avançar mais rápido nas estruturas hierárquicas. E o mais interessante: essa habilidade não está, necessariamente, relacionada a intenções negativas ou positivas. Tudo depende de como o poder será exercido depois. Poder sem consciência: um caso realTive a oportunidade de trabalhar com um executivo que é um exemplo claro do risco que Pfeffer aponta quando o poder se torna autocentrado e inconsciente. Ele estava tão obcecado em manter sua posição que:
O impacto foi previsível: um ambiente tóxico, com desconfiança generalizada, pouca inovação e alto índice de turnover. Um cenário onde as pessoas não se sentiam seguras para questionar, e a própria performance da unidade de neg´øcio começou a deteriorar. Esse caso me ensinou que, quando o foco do poder está apenas na autopreservação, o sistema organizacional adoece. O ambiente passa a confirmar os vieses de quem está no topo, e a diversidade de pensamento (tão relevante para decisões) desaparece. Frases que me marcaram do livro
Dicas para construir poder com consciênciaAo longo do tempo, percebi que criar poder pode – e deve – ser um exercício de responsabilidade. Não se trata de manipular, mas de entender o sistema e agir com intencionalidade positiva. Aqui estão algumas dicas práticas para construir poder de forma saudável:
ConclusãoO poder, quando mal utilizado, pode se transformar em uma armadilha para quem o detém e para toda a organização. Por outro lado, quando exercido de forma consciente e intencional, pode ser um catalisador de transformação positiva, ajudando a criar ambientes mais justos, colaborativos e inovadores. O que temos feito, individual e coletivamente, para construir um ambiente de poder saudável ao nosso redor? Tem gostado da newsletter? Não deixe de recomendá-la para alguma pessoa conhecida! Nos vemos na próxima edição! 🚀 |
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